O
avanço tecnológico associado às
mudanças educacionais consolidadas nos últimos
dez anos alteraram substancialmente o cotidiano do
professor.
O trabalho – que nunca
foi pequeno – aumentou, dentro e fora da escola.
Preparar aulas, elaborar material didático,
desenvolver projetos e avaliações são
hoje atividades muito mais complexas e diversificadas,
que exigem muito mais horas de trabalho.
As despesas decorrentes do
exercício profissional também cresceram:
além dos livros, jornais, revistas, é
impossível imaginar o trabalho docente sem
o uso do computador e da internet.
As escolas ainda estão
devendo aos professores a contrapartida pelo investimento
pessoal e financeiro que eles já fizeram. E
a resposta deve ser uma só: melhoria das condições
de trabalho e elevação do poder de compra
da categoria.
A discussão está
posta. E a luta ganha corpo agora, na Campanha Salarial
2006.
Fonte:
www.sinprosp.org.br